A MAQUINARIA ESCOLAR: SEGUNDA PARTE
SEGUNDA PARTE DO TRABALHO DO TEXTO
A MAQUINARIA ESCOLAR.
1. Qual o objetivo principal dos autores do texto?
Mostrar como e quando se deu a criação da escola primária, e quais os interesses políticos e ideológicos que estiveram envolvidos no momento de sua criação. Para fazer isso, os autores discutem a invenção da infância, a criação de um espaço específico destinado a educação das crianças, o aparecimento desse corpo de especialistas chamados de professores, o combate a outros modos de educação existentes na sociedade, possibilitando finalmente que a escola se institucionalize como instância obrigatória mantida pelos poderes públicos.
RESPOSTA: A escola foi criada a partir do momento em que se achou necessário existir um local específico, tido como apropriado, destinado a educar as crianças e jovens dentro das normas e padrões sociais estabelecidos. Sendo que este teria que, combater outros modos de educá-las, passando a assumir a responsabilidade de prepará-las para uma convivência social, integra e dentro das expectativas da sociedade.
Durante este período a Igreja Católica encontrava-se em declínio, devido à perda de inúmeros fiéis por causa do absolutismo que cada vez mais estava tomando espaço entre o povo. Além disso, havia muitas divergências e dissidências dentro da própria igreja.
No intuito de intervir favoravelmente neste quadro, a igreja criou diversas estratégias. Algumas delas com reprecursão no próprio clero que passa a ser obrigado a se adaptar à normas que mudariam suas vidas e costumes. E outras, com reprecursão social, foram tomadas justamente para controlar e convencer os fiéis. Para isso a igreja criou instituições tanto para as crianças da classe dominante (pequenos príncipes) quanto para crianças pobres (pois a classe pobre constituía a maioria dos fiéis). Essas instituições visavam educá-las dentro de uma doutrina religiosa, a qual deveria ser cumprida rigorosamente.
Com o surgimento da escola, foi necessário alguém que pudesse comandar esse barco. Surgiu então, um grupo denominado professores. Estes eram responsáveis em cumprir e em fazer cumprir as normas pré-estabelecidas por eles e pela instituição.
Sendo assim, podemos perceber que a escola surgiu num momento tumultuado e de controvérsias, onde interesses políticos e ideológicos estavam fortemente presentes e pesavam grandemente em favor de sua criação.
2. Explique o interesse das igrejas (a católica romana e as protestantes) após a reforma em se voltar para a educação da infância. Que métodos foram utilizados? O que se pretendia com essas ações educativas?
RESPOSTA: As igrejas, tanto Católica quanto Protestante, se voltaram para a educação e formação das crianças e dos jovens (até então indiferentes para o homem medieval), procurando educá-los dentro de um conceito religioso.
É neste ponto que encontramos a grande diferença entre a escola da Idade Média e a da Modernidade: a grande preocupação com a disciplina religiosa.
Com bases fundadas no cristianismo, as igrejas procuravam educar as crianças nesses preceitos para evitar principalmente a perda dos fiéis e também por interesses que envolviam regras sociais e costumes.
Essas regras e costumes eram determinados pela sociedade e pela igreja, as quais eram primordiais para o bom funcionamento social.
3. Nos dias de hoje, quais as propostas das igrejas para a formação de crianças e jovens? Como isso acontece em sua comunidade? Que relações mantêm a escola com as propostas da educação mantidas pelas igrejas? Quantas confissões religiosas existem em suas comunidades? Qual o preenchimento religioso de seus alunos?
RESPOSTA: Atualmente as igrejas, tanto a Igreja Católica (Católica Apostólica Romana), quanto as Protestantes (Igreja Evangélica de Cristo), preocupam-se com as condições sociais, morais e com a dignidade das crianças e jovens.
A Igreja Católica procura, por meio da participação na celebração de alguns sacramentos (batismo, primeira comunhão, crisma...), na participação de encontros de jovens e outros atos litúrgicos, coordenados pelo ordinário diocesano, procura proporcionar uma educação social fundamentada em dogmas da Igreja. Dentro desse processo educativo intenta em resgatar a dignidade, a autoconfiança, a moral e os bons costumes entre as crianças e jovens. Além disso, promove encontro entre as famílias, participando de acolhidas e em ações sociais em parceria com a escola.
Em nossa comunidade, a Igreja Católica proporciona duas confissões ao ano, geralmente no natal (advento) e na páscoa (quaresma).
Já a Igreja Evangélica, procura, juntamente com a participação da família, educar suas crianças e jovens por meio de uma convivência cristã, fundamentada na palavra de Deus, o Evangelho. Para isso, proporciona encontros para estudo e reflexão da Palavra, ministrados pelo Pastor ou pelo Presbítero da Igreja (Escola Dominical). Este estudo é fundamentado exclusivamente sobre a Palavra de Deus (única fonte de sabedoria e revelação divina) e relacionado aos acontecimentos dos dias atuais, ocorridos tanto na comunidade como também no mundo.
Sendo assim, as crianças crescem participando, juntamente com toda a Igreja, do crescimento espiritual focado na pessoa de Jesus Cristo, vivendo a fé em atitudes concretas.
Além disso, a Igreja Evangélica está em continuo estado de solidariedade, entre seus membros e o restante da sociedade.
Ela ajuda pessoas, tanto nos aspectos econômicos (alimentação, vestuário, moradia...), quanto no aspecto moral, étnico e espiritual.
Quando lhe é proporcionado espaço para participação, colabora em projetos solidários e ajuda em projetos educativos.
A Igreja Evangélica não proporciona momentos específicos de confissão com o pastor (como na Igreja Católica com o padre), pois crê que a confissão deve ser feita unicamente para com Jesus Cristo (único salvador e redentor) e confessar uns aos outros (pedir perdão e assumir os erros cometidos contra seus irmãos).
Em relação ao preenchimento religioso de meus alunos, posso dizer que ela é homogênea, isto é, todos eles pertencem a Igreja Católica.
4. Segundo as idéias do historiador Philippe Áries, como se deu o surgimento histórico da figura do bebê, da infância, do bambino, da juventude e da adolescência?
RESPOSTA: Segundo o historiador Philippe Áries o surgimento histórico dos itens citados acima se deu da seguinte maneira:
*INFÂNCIA: A infância segundo pesquisadores é uma criação da modernidade que iniciou nos séculos XVI e XVII. Após esse período, houve um grande empenho em mostrar a criança como distinta do adulto. Foi “criado” para elas um mundo diferente do mundo adulto, de onde elas acabam saindo.
Assim, essas crianças que saíram do mundo adulto, são denominadas em uma nova categoria, chamadas infância, que denomina a todas elas por igual.
A partir daí, a criança começou a ser vista, em suas particularidades, de diferentes formas pelos adultos. Em certos momentos eram vistas como ingênuas, inocentes, graciosas, fonte de distração e, em outros, como ser incompleto que necessitava da intervenção adulta.
*BEBÊ E BAMBINO: A todas as crianças, independente de sua idade ou peculiaridades, foi denominado a palavra infância para diferenciá-las dos adultos.
Porém surgiu a necessidade de dar um nome específico para esses seres que ocupavam essa faixa etária.
Para resolver essa nova necessidade, foi buscado palavras em outras línguas que pudessem preencher essa lacuna. É o caso da palavra bambino (origem francês- bambin), que mais tarde, com o passar do tempo designaria “criança pequena e esperta”, ou seja, a criança em idade escolar.
No entanto, faltava uma palavra para designar as crianças bem pequenas e de colo. Foi então, pego do francês a palavra bébé que veio nomear as crianças desta etapa da infância.
*JUVENTUDE E ADOLESCÊNCIA: Esta fase teve seu marco inicial durante os séculos XVI e XVII, porém somente se consolidou durante o século XIX.
Nesse período houve um grande crescimento industrial e com isso, se estabeleceu novos papéis para as crianças e as mulheres.
As crianças passam a ser a esperança das famílias, e a adolescência, tida como um momento crítico, com potenciais de risco para o próprio indivíduo e para a sociedade. Distinguida como um momento de turbulência e contestações ela passa a ser um forte agravante da estrutura familiar.
Esta fase de tantas mudanças passa a se delimitadas da seguinte forma:
*Nos meninos, vai desde a primeira comunhão até o bacharelado (dos quatorze anos até os vinte e oito, podendo ir até os trinta e cinco).
*Nas meninas, vai desde a primeira comunhão até o casamento.
5. Lembrando de sua própria infância e juventude, e comparando-a com a infância e juventude de seus alunos, analise algumas mudanças que ocorreram entre essas gerações. Quais as principais diferenças entre a infância e a juventude de ricos e pobres? Quais as principais diferenças nas trajetórias de infância e de juventude entre meninos e meninas? Quais as diferenças entre estas trajetórias no meio urbano e no meio rural?
RESPOSTA: A minha infância foi muito diferente da infância de meus alunos.
Lembro-me que quando pequena, não me preocupava com os problemas os adultos e muito menos com as tragédias e acontecimentos que apareciam na mídia. Hoje, meus alunos estão informados de tudo que se passa nos meios de comunicação.
Existe também o fator “moda”. Quando criança, minha mãe me vestia como criança, com roupas de criança. Hoje as meninas de quatro ou cinco anos estão se vestindo como mocinhas, usando modelos de roupas usadas por mulheres adultas. Há uma “adultização” de nossas crianças.
Em relação às brincadeiras também existe uma grande diferença. Quando criança eu brincava de roda, ovo choco, carreta de lomba, esconde-esconde, enfim, uma série de brincadeiras que hoje meus alunos não gostam por ser sem “graça”.
Perdeu-se a magia dos brinquedos improvisados, feitos pelas próprias mãos. Eles estão acostumados a terem acesso fácil e rápido de brinquedos eletrônicos. Com isso, perdeu-se também, o afeto e a proximidade dos amigos nas brincadeiras do dia-a-dia. É comum uma criança passar a tarde brincando sozinha dentro de casa em frente ao vídeo-game ou na internet. O convívio afetivo foi amortizado em meio ao rápido desenvolvimento tecnológico.
Quanto a minha juventude, não posso diferenciá-la da juventude dos demais jovens por ainda estar vivendo esta fase de minha vida.
Contudo, se faz possível encontrar diferenças até entre as infâncias de hoje, vividas por crianças ricas e pobres.
As crianças ricas se preocupam com o futuro, investindo em cursinhos de inglês, informática e estudam preenchendo seus horários com preparações especificas para garantirem seus futuros profissionais. Já as crianças pobres se preocupam com o hoje. Preocupa-se com problemas que deveriam pertencer somente aos adultos. Não possuem, muitas vezes, acesso as tecnologias que as crianças ricas têm acesso. O que não é de todo mau, pois sem acesso a essas tecnologias elas vivem um pouco mais como crianças, criando, inventando, fantasiando um mundo mágico de descobertas e sonhos.
No entanto, dentro dessas diferenciadas infâncias há uma grande diferença entre a infância e a juventude de meninos e meninas, apesar de já ter havido um grande avanço nesta área.
Geralmente as meninas são criadas dentro de uma educação que lhes impõem que sejam delicadas meigas e discretas em suas individualidades particulares. São ensinadas a praticarem serviços domésticos, serem boas mães e esposas exemplares. Já os meninos são criados em um ambiente de liberdade e em certas ocasiões de promiscuidade.
Esse quadro se torna acentuado se implantado no meio rural, onde se acentua um maior número de famílias “conservadoras”.
Neste meio as crianças e jovens crescem com poucos recursos para estudar, fazer uma faculdade, sem falar no pouco acesso a cultura e ao lazer. Com um baixo grau d conhecimento político e social torna-se mais difícil de conseguir um bom emprego.
Já as crianças e jovens da cidade, estão em contato contínuo com as informações e novas tecnologias, os tornando mais bem informados e atualizados. Sendo assim, estes possuem maior oportunidade de adquirirem um bom emprego e construírem uma vida bem estruturada financeiramente e socialmente.
6. Escreva algumas considerações acerca das duas afirmações abaixo, a partir da leitura do texto:
a) A criança deve ser criada entre os adultos o tempo todo, aprendendo diretamente pelo contato com as situações de vida, trabalhando ao lado dos adultos, auxiliando nas tarefas que se apresentam. Cada adulto da comunidade familiar lhe ensinará algumas coisas, conforme sua experiência. Ela deixará de ser criança quando tiver adquirido sua autonomia e independência financeira.
RESPOSTA: Este era o pensamento do homem medieval.
Me nego a aceitar que posa existir alguém, nos dias atuais, que pense dessa maneira.
É indiscutível que a criança aprende e muito com o convívio familiar e social, tanto na presença de adultos quanto de crianças.
O que é inconcebível é que ela tenha apenas esta, como fonte de construção de conhecimento.
O núcleo escolar é fundamental na participação dessa construção. Construção essa que é obtida não apenas através dos conteúdos apresentados, mas também pelas vivências partilhadas com outras crianças.
Não podemos, de forma alguma, achar que nossas crianças são seres vazios, folhas de papel em branco onde nós adultos, detentores supremos do saber iremos preenchê-las e torná-las capacitadas a entrarem na vida adulta.
b) A criança deve ser separada dos adultos e mantida em uma instituição juntamente com outras crianças, da mesma idade que ela. Neste local ela receberá ensinamentos de profissionais (os professores), a partir de um currículo previamente estabelecido e válido para todas as escolas do país. Somente depois que deixar de ser criança e tiver passado pela escola ela poderá trabalhar.
RESPOSTA: Nesta afirmação também ocorre um erro intolerável.
O desenvolvimento da criança se dá de diferentes maneiras, variando de criança para criança.
Não podemos simplesmente ignorar essa diversidade de capacidade, potencialidades e qualidades, tão distintas.
O currículo, portanto, não pode ser o mesmo em todas as escolas do país, pois as realidades são diferenciadas e este deve estar relacionado com o cotidiano social do educando.
Outro erro é a exclusiva fonte de aprendizagem apresentada: a instituição de ensino.
Não podemos esquecer que a família e a sociedade foram responsáveis por toda a “bagagem de mundo” que a criança trouxe para a escola. No momento que a criança ingressa em sua vida escolar ela já possui um conhecimento vasto de tudo o que ela aprendeu até então.
Sendo assim, não há porque afastar os educandos de sua vida social.
O correto é justamente interagir SOCIEDADE-ESCOLA-FAMÍLIA.
Dessa forma haverá educação e aprendizagem de qualidade.
7. Escolha na listagem abaixo a característica que você considera mais importante para um professor ou professora, e discuta o porquê de sua escolha. Antes de responder esta questão, leia com atenção o item “formação de corpo de especialista” no texto.
a) modelo pessoal de vida e virtude moral;
b) grande domínio dos conteúdos a serem ensinados;
c) grande domínio das técnicas e métodos de ensino;
d) entrega ao trabalho como missão evangelizadora;
RESPOSTA: Particularmente acredito que dentre todas as características apresentadas, o professor necessita possuir um “grande domínio dos conteúdos a serem ensinados”. No entanto, esta característica precisa ser acompanhada de amor e dedicação.
O domínio dos conteúdos é muito importante, pois é a nossa ferramenta de trabalho. É através dele que o professor pode estabelecer o que é primordial na aprendizagem de seus alunos contribuindo para a construção do conhecimento e da práxis educativa.
No entanto, não basta ter apenas domínio dos conteúdos se não houver amor e dedicação para com os alunos.
São eles o motivo de sermos educadores.
O objetivo e meta que almejamos é o desenvolvimento integral e saudável de nossos pimpolhos.
Somente tendo comprometimento para com eles e tratando-os como alguém de real importância em nossas vidas é que encontraremos respostas para questões e dilemas que surgem no dia-a-dia escolar. E só assim, haverá realmente a possibilidade de construirmos uma sociedade mais justa e fraterna, com cidadãos comprometidos com o bem estar social.
8. Observe e analise o quadro colocado na página 87 do texto e as discussões que são feitas acerca dele pelos autores, nas páginas adjacentes. Em sua comunidade quais as principais instâncias de socialização de crianças e jovens? Que posição ocupa a escola, no conjunto destas instâncias?
RESPOSTA: Em minha comunidade há algumas instâncias de socialização de crianças e jovens.
O anseio e o desejo de socialização dessas, fez com que a comunidade criasse projetos que, através de assistências, estimulam a auto-estima, o valor social e também oportuniza situações que venham satisfazer os objetivos e interesses profissionais e pessoais destes que tanto necessitam.
Eles recebem orientação e incentivo, e com isso passam a ter noção do direito e da importância de ter dignidade, deixando de serem alvos de preconceito.
Além disso, a escola, juntamente com os pais e a comunidade trabalham em prol da reestruturação familiar, moral e ética dessas crianças e jovens.
Ela procura trabalhar de maneira globalizada, para assim, poder ajudar a desenvolver integralmente as potencialidades, qualidade e múltiplas capacidades e talentos destes pequenos.
Isso é feito por meio de um programa que ajuda a combater e a previnir o consumo de drogas, bebidas alcoólicas, gravidez precoce e depressão, dentre tantos outros problemas existente entre esta faixa etária.
Através de uma intervenção pedagógica, procura ajudá-los a resgatar a sua cidadania e conscientizá-los de que são sujeitos repletos de direitos e deveres.
9. Escolha uma das afirmativas abaixo, e escreva algumas reflexões sobre ela, manifestando suas opiniões a respeito. Para maior careza, leia com atenção a parte “institucionalização da escola obrigatória e controle social” do texto.
a) a educação é um dos direitos fundamentais de todos os cidadãos nascidos num certo país.
b) a educação é obrigatória durante nove anos, e os pais que não conduzirem seus filhos à escola poderão ser presos.
c) os conteúdos ensinados na escola não necessitam manter relações com a vida cotidiana dos alunos, pois estes precisam aprender sobre a experiência da humanidade em outros temos e lugares.
d) apenas os conhecimentos científicos devem fazer parte dos aprendizados escolares.
RESPOSTA: Refleti sobre duas afirmações: “apenas os conhecimentos científicos devem fazer parte dos aprendizados escolares” e “ os conteúdos ensinados na escola não necessitam manter relações com vida cotidiana dos alunos, pois estes precisam aprender sobre a experiência da humanidade em outros tempos e lugares”.
Refleti sobre essas duas afirmações, pois em minha opinião elas se completam.
Em primeiro lugar, a escola é colaboradora na formação cognitiva e psicossocial do educando.
Em segundo lugar, a escola faz parte do social do aluno, pois ela já está de certa forma, integrada neste contexto social. Sendo assim, negar a intervenção do meio social na formação do aluno é negligenciar sua própria formação.
Os conteúdos devem ser ministrados de forma a enriquecer os conhecimentos dos alunos, sendo necessário que estes sejam significativos para eles. E para isso, os conteúdos devem estar relacionados com acontecimentos relevantes do seu dia-a-dia e de seu meio social.
Portanto é impossível ser um educador mediatizador do conhecimento sem ter em mente essa realidade.
Comments (0)
You don't have permission to comment on this page.